Ou muito me engano ou está mesmo a sair provavelmente o pior jogo de pc de sempre. Penso que o título diz tudo. Não mergulharei mais nos infindáveis profundezas idiotico-demoniacas por onde este gasto inutil de software, electricidade, papel, plástico e aluciniogénios se move. Siga para o video com o main anthem... esse sim ...RULA! Uma doçura...
Em jeito de comentário. faço das minhas palavras as deste jovem:
"Little know fact that Russian special forces during WW2 consisted of singing mushrooms and guitar playing lizards."
terça-feira, 5 de Maio de 2009
quinta-feira, 26 de Março de 2009
Resgate

Do teu sorriso fiz a minha religião
Do teu abrir e fechar de olhos a minha lua e sol
Do teu toque a minha pele
Trouxe a má fortuna a anti-fé nos nossos erros
O eclipse total na fraqueza dos nossos horizontes
O empurrar para o exílio dos teus braços
Eis agora uma alvorada por estrear... só nossa
Um novo evangelho de amar, resgatado
As bases de um palácio indestrutível de carícias
... que só a nós compete edificar.
Se acreditarmos bastante
Se sofrermos muito
Se enlouquecermos muito mais que os loucos na sanidade suprema
Se, finalmente, nos embriagarmos nas fontes da nossa harmonia
....Se tudo largarmos
....até nós prórpios...
... e sermos somente...
...Amor
quarta-feira, 25 de Março de 2009
... não são todos que têm uma banda que vende milhões a dedicar-nos uma música pois não?
"The sea it swells like a sore head
And the night it is aching
Two lovers lie with no sheets on their bed
And the day it is breaking
On rainy days, we'd go swimming out
On rainy days, swimming in the sound
On rainy days, we'd go swimming out
You're in my mind all of the time
I know that's not enough
But if the sky can crack, there must be some way back
For love and only love
Car alarm won't let ya back to sleep
You're kept awake dreaming someone else's dream
Coffee is cold, but it'll get you through
Compromise, that's nothing new to you
Let's see colours that have never been seen
Let's go to places no one else has been
You're in my mind all of the time
I know that's not enough
Well if the sky can crack, there must be some way back
To love and only love
It's hot as hell, honey, in this room
Sure hope the weather will break soon
The air is heavy, heavy as a truck
Need the rain to wash away our bad luck
Well, If the sky can crack, there must be some way back
To love and only love
Electrical Storm
Baby don't cry"
And the night it is aching
Two lovers lie with no sheets on their bed
And the day it is breaking
On rainy days, we'd go swimming out
On rainy days, swimming in the sound
On rainy days, we'd go swimming out
You're in my mind all of the time
I know that's not enough
But if the sky can crack, there must be some way back
For love and only love
Car alarm won't let ya back to sleep
You're kept awake dreaming someone else's dream
Coffee is cold, but it'll get you through
Compromise, that's nothing new to you
Let's see colours that have never been seen
Let's go to places no one else has been
You're in my mind all of the time
I know that's not enough
Well if the sky can crack, there must be some way back
To love and only love
It's hot as hell, honey, in this room
Sure hope the weather will break soon
The air is heavy, heavy as a truck
Need the rain to wash away our bad luck
Well, If the sky can crack, there must be some way back
To love and only love
Electrical Storm
Baby don't cry"
segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009
...
Amar nunca é receber.
É sempre dar... mais, mais e mais.
Adictivamente.
O amor é o heraldo obcessivo do altruismo... suscite reacção ou não, indiferente à natureza da mesma: é assim e assim continurá a ser, alheio a tudo e todos.
Pouco lhe interessa danos colaterais, quem ganha, quem perde... tudo são redundâncias. É escuma sobre uma obra de arte acabada de esculpir. E cuja limpeza nos é delegada e não a essa estupida ilusão que é o passar dos dias, que só os parvos e pobres de espírito comem como solução. Porque o amar não é quantificavel, à semelhança de todas as outras coisas belas.
E a razão pela qual te sentes tão dilacerado por dares à luz o sublime dos sublimes reside na lucidez da nossa alma... não és tu que transportas a cruz sorrindo em nome do amar supremo. Nenhuma alma humana o fez até hoje, exceptuando uma. Só essa alma entendeu na prefeição o quão falsa e aparente é a crueldade que muitas vezes atribuem ao amor.
Porque se é verdade que o teu amor não te pertence a partir do momento que o liberas, és tu mesmo que sentes o impulso suicida de o sobrealimentar e de acartar toda e qualquer consequência de algo que já não controlas (e parece controlar-te ao invés).
Por isso não cometas a estupidez de guardar o amor para o teu eu. Limpa a escuma, ou retoca a escultura... e continua a dar. Porque apesar do amor ser enorme demais para te pertencer a ti ou a alguém, a obra resultante é sempre tua. E é sempre bela como as mais belas... mesmo quando ainda se encontra coberta de detritos que, ao remover, magoam o coração e não as mãos.
Porque o amor resume-se a isso: dar. E ninguém pode roubar algo que dás.
Em contraponto só pode ter uma resposta válida: amar também.
E amar nunca é receber.
É sempre dar... mais, mais e mais.
O teu amar não é dos outros, nem sequer teu ... é A SUPREMA obra de arte.
E essa obra de arte és tu
É sempre dar... mais, mais e mais.
Adictivamente.
O amor é o heraldo obcessivo do altruismo... suscite reacção ou não, indiferente à natureza da mesma: é assim e assim continurá a ser, alheio a tudo e todos.
Pouco lhe interessa danos colaterais, quem ganha, quem perde... tudo são redundâncias. É escuma sobre uma obra de arte acabada de esculpir. E cuja limpeza nos é delegada e não a essa estupida ilusão que é o passar dos dias, que só os parvos e pobres de espírito comem como solução. Porque o amar não é quantificavel, à semelhança de todas as outras coisas belas.
E a razão pela qual te sentes tão dilacerado por dares à luz o sublime dos sublimes reside na lucidez da nossa alma... não és tu que transportas a cruz sorrindo em nome do amar supremo. Nenhuma alma humana o fez até hoje, exceptuando uma. Só essa alma entendeu na prefeição o quão falsa e aparente é a crueldade que muitas vezes atribuem ao amor.
Porque se é verdade que o teu amor não te pertence a partir do momento que o liberas, és tu mesmo que sentes o impulso suicida de o sobrealimentar e de acartar toda e qualquer consequência de algo que já não controlas (e parece controlar-te ao invés).
Por isso não cometas a estupidez de guardar o amor para o teu eu. Limpa a escuma, ou retoca a escultura... e continua a dar. Porque apesar do amor ser enorme demais para te pertencer a ti ou a alguém, a obra resultante é sempre tua. E é sempre bela como as mais belas... mesmo quando ainda se encontra coberta de detritos que, ao remover, magoam o coração e não as mãos.
Porque o amor resume-se a isso: dar. E ninguém pode roubar algo que dás.
Em contraponto só pode ter uma resposta válida: amar também.
E amar nunca é receber.
É sempre dar... mais, mais e mais.
O teu amar não é dos outros, nem sequer teu ... é A SUPREMA obra de arte.
E essa obra de arte és tu
segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009
Coisas para ouvir que sairam este ano (ou no final do anterior) - parte 2
Ora boas... sem mais demoras vamos à 2ª leva de registos sonoros que me cairam no goto no ano transacto:
- Mutyumu: Ilya

Outra descoberta de 2008. Seguindo a sugestão dum camarada dei uma espreitadela no caleidoscópio sonoro deste quinteto nipónico... e o mínimo que posso dizer é que me capturou desde o 1º segundo. Integralmente cantado em japonês, o segundo album dos Mutyumu mostra uma evolução substancial relativamente ao já óptimo album de estreia. Damos de caras com 5 executantes dotados duma prefeição quase arrepiante só extravazada pela sua polivalência e transcendência musical, sem se deixarem render ao exprimentalismo, mantendo uma estrutura inexplicavelmente sólida nestas andanças. Assumem assim um risco enorme nesta dualidade, Assumem e cumprem, diga-se.
Voz feminina lírica, ambiente que consegue oscilar entre uns Sigor Rós,mathcore, jazz e algo saído dos ultimos albuns feitos por Ihsan (!), tudo bem servido sob inumeras camadas de piano circa Michael Nyman. A dinâmica das várias partes que compoem este disco seguram a atenção e ansiedade do ouvinte como se de uma âncora feita de milhões de penas se tratasse. Sublime. Domo arigato... e que venha o próximo. Entretanto deixo-vos com o video da simplesmente espantosa "L'œil est Dieu".
- Mutyumu: Ilya

Outra descoberta de 2008. Seguindo a sugestão dum camarada dei uma espreitadela no caleidoscópio sonoro deste quinteto nipónico... e o mínimo que posso dizer é que me capturou desde o 1º segundo. Integralmente cantado em japonês, o segundo album dos Mutyumu mostra uma evolução substancial relativamente ao já óptimo album de estreia. Damos de caras com 5 executantes dotados duma prefeição quase arrepiante só extravazada pela sua polivalência e transcendência musical, sem se deixarem render ao exprimentalismo, mantendo uma estrutura inexplicavelmente sólida nestas andanças. Assumem assim um risco enorme nesta dualidade, Assumem e cumprem, diga-se.
Voz feminina lírica, ambiente que consegue oscilar entre uns Sigor Rós,mathcore, jazz e algo saído dos ultimos albuns feitos por Ihsan (!), tudo bem servido sob inumeras camadas de piano circa Michael Nyman. A dinâmica das várias partes que compoem este disco seguram a atenção e ansiedade do ouvinte como se de uma âncora feita de milhões de penas se tratasse. Sublime. Domo arigato... e que venha o próximo. Entretanto deixo-vos com o video da simplesmente espantosa "L'œil est Dieu".
domingo, 7 de Dezembro de 2008
Coisas para ouvir que sairam este ano (ou no final do anterior) - parte 1
Ora boas.
Já lá vai um (bom) tempo que não escrevo puto. Não o tenho feito por várias razões, talvez a mais premente das quais não andar com pachorra. No entanto hoje deu-me para isto. E sem mais demoras, vamos directos ao assunto. Aqui estão as bolachas que, IMO, realmente merecem destaque nesta última dúzia de meses (dispostas por ordem aleatória):
- Cynic: Traced In Air

Aquando da feitura de "Focus" em 1994, o colectivo liderado por Paul Masvidal decidiu que seria o 1º e último sob a mesma égide. Razão? Segundo a rapaziada, o resultado foi tão perfeito que quiseram ficar-se por ali e sair em glória (mais tarde formariam o projecto Aghora mas isso já são outros 500 paus).
Bom... se a premissa para lançar um novo album era transcender "Focus" em excelência só posso opinar que "Traced In Air" o faz com uma facilidade tão natural como surpreendente. Jazz metal estupidamente bem tocado, com um aroma progressivo , Vocoder de Masvidal a dar o mote (desta vez com menos gain, por vezes mesmo desligado) a contrastar com um grunhir arranhado aqui e ali (talvez o único elemento a mais uma vez que ao contrário do seu predecedor, "Traced In Air" parece respirar melhor sem a crueza deste adereço) tudo embrulhado num sentido de melodia único e apaixonante.
A abertura lembra-nos o crescendo duns Tool de uúltima leva... e o resto... bem, o resto é Cynic. Pontos altos do album? A totalidade (característica raríssima para qualquer apreciador minimamente exigente).
Para quem está familiarizado com o género, fácil e justamente se tornará num clássico.
- Nine Inch Nails: The Slip

Não me vou alongar mais escrevendo sobre a atitude louvável da parte do autor e crédito que "The Slip" merece logo a partida e extra-musicalmente. Para tal basta lerem o meu post anterior. Debrucemo-nos sobre a música então. Em "The Slip" Reznor apresenta-nos um album descontraído... é a descompressão do colosso conceptual "Year Zero" e do exprimentalismo ambiental de "Ghosts". O que gora à partida as expectativas de todos o que esperavam uma obra prima. No caso da esmagadora maioria dos projectos musicais, resultaria mesmo num disco flácido e para encher catálogo.
Mas (fanatismos aparte) mesmo em gestão de esforço, Trent Reznor consegue sacar um album de balanço de uma carreira com uma qualidade bastante aceitável, qual trilho de migalhas em conto infantil indicando um passeio de 20 anos. "Discipline" parece ser resgatado directamente do album de estreia, "1000000" podia aparecer em "Broken", "Head down" tem a ambiguidade dissonância/ melódia característica de muito corte de "Fragile" e "lights in the" é uma textura ambiental que encaixaria na prefeição em "Ghosts".
Trent Reznor não sabe fazer música má. Quando muito fica-se pelo "menos óptimo". Esse è o caso de "The Slip".
- Rosetta: Wake-Lift

Há uns dias tropecei neste disco algures na www. Quando me levantei para constatar a causa deu espalho, reparei que era o dedo mindinho de um colosso musical cuja audição me fez gelar as artérias. Lembro-me o quão demorou a encaixar uns TDEP ou uns Naked City antes da estranhesa desabrochar em paixão. À semelhança dos anteriores, estes Rosetta também não fazem uma sonoridade "fácil". Mas curiosamente, neste caso, não foi preciso esse iatus. Foi amor à 1ª audição.
E do que se trata? Pois bem: tracemos uma analogia a uma daquelas bases já feita que compramos para fazer uma tarte. Tal está para confeitaria como o suporte sonoro dos Neurosis está para "Wake-Lift". Músicas arrastadas, com dois ou três riffs base que nos 10 minutos de média per faixa são explorados até a exaustão de prespectiva, uma guitarra ritmo "noisy" e massiva qual parede de som, e voz berrada, rouca, monocórdica e distante.
Não façam confusões. Apesar de considerar os Neurosis grandes inovadores na óptica da concepção do som e exímios executantes, na minha opinião aqui dá-se um (ou vários) passo(s) adiante. Os Rosetta vão alem do massacre sentimental, da hipnose por uma redundância complexa e saturação musical (propositada, claro).
Para explicar este desvio voltemos ao nosso bolo: sobre a base pré feita, somos presenteados com condimentos cozinhados pelos próprios de comer e chorar por mais. Uma bateria com encaixes do mais original e próprio possível (enorme!), uma guitarra lead que oscila entre um David Gilmour e um The Edge, conferindo uma melodia tão dispar quão arrepiante em relação ao suporte sonoro. O próprio método que os Rosetta usam para disecar os escassos riffs base parece desmultiplica-los numa miriade de outros tantos, o que torna este disco no registo mais parecido com o velhinho psicadelismo-progressivo que muita banda hoje em dia tenta atingir mas fica a meio caminho.
Resumindo: adorei e recomendo. De comer até rebentar (embora as 1ªs dentadas possam parecer algo amargas).
Já lá vai um (bom) tempo que não escrevo puto. Não o tenho feito por várias razões, talvez a mais premente das quais não andar com pachorra. No entanto hoje deu-me para isto. E sem mais demoras, vamos directos ao assunto. Aqui estão as bolachas que, IMO, realmente merecem destaque nesta última dúzia de meses (dispostas por ordem aleatória):
- Cynic: Traced In Air

Aquando da feitura de "Focus" em 1994, o colectivo liderado por Paul Masvidal decidiu que seria o 1º e último sob a mesma égide. Razão? Segundo a rapaziada, o resultado foi tão perfeito que quiseram ficar-se por ali e sair em glória (mais tarde formariam o projecto Aghora mas isso já são outros 500 paus).
Bom... se a premissa para lançar um novo album era transcender "Focus" em excelência só posso opinar que "Traced In Air" o faz com uma facilidade tão natural como surpreendente. Jazz metal estupidamente bem tocado, com um aroma progressivo , Vocoder de Masvidal a dar o mote (desta vez com menos gain, por vezes mesmo desligado) a contrastar com um grunhir arranhado aqui e ali (talvez o único elemento a mais uma vez que ao contrário do seu predecedor, "Traced In Air" parece respirar melhor sem a crueza deste adereço) tudo embrulhado num sentido de melodia único e apaixonante.
A abertura lembra-nos o crescendo duns Tool de uúltima leva... e o resto... bem, o resto é Cynic. Pontos altos do album? A totalidade (característica raríssima para qualquer apreciador minimamente exigente).
Para quem está familiarizado com o género, fácil e justamente se tornará num clássico.
- Nine Inch Nails: The Slip

Não me vou alongar mais escrevendo sobre a atitude louvável da parte do autor e crédito que "The Slip" merece logo a partida e extra-musicalmente. Para tal basta lerem o meu post anterior. Debrucemo-nos sobre a música então. Em "The Slip" Reznor apresenta-nos um album descontraído... é a descompressão do colosso conceptual "Year Zero" e do exprimentalismo ambiental de "Ghosts". O que gora à partida as expectativas de todos o que esperavam uma obra prima. No caso da esmagadora maioria dos projectos musicais, resultaria mesmo num disco flácido e para encher catálogo.
Mas (fanatismos aparte) mesmo em gestão de esforço, Trent Reznor consegue sacar um album de balanço de uma carreira com uma qualidade bastante aceitável, qual trilho de migalhas em conto infantil indicando um passeio de 20 anos. "Discipline" parece ser resgatado directamente do album de estreia, "1000000" podia aparecer em "Broken", "Head down" tem a ambiguidade dissonância/ melódia característica de muito corte de "Fragile" e "lights in the" é uma textura ambiental que encaixaria na prefeição em "Ghosts".
Trent Reznor não sabe fazer música má. Quando muito fica-se pelo "menos óptimo". Esse è o caso de "The Slip".
- Rosetta: Wake-Lift

Há uns dias tropecei neste disco algures na www. Quando me levantei para constatar a causa deu espalho, reparei que era o dedo mindinho de um colosso musical cuja audição me fez gelar as artérias. Lembro-me o quão demorou a encaixar uns TDEP ou uns Naked City antes da estranhesa desabrochar em paixão. À semelhança dos anteriores, estes Rosetta também não fazem uma sonoridade "fácil". Mas curiosamente, neste caso, não foi preciso esse iatus. Foi amor à 1ª audição.
E do que se trata? Pois bem: tracemos uma analogia a uma daquelas bases já feita que compramos para fazer uma tarte. Tal está para confeitaria como o suporte sonoro dos Neurosis está para "Wake-Lift". Músicas arrastadas, com dois ou três riffs base que nos 10 minutos de média per faixa são explorados até a exaustão de prespectiva, uma guitarra ritmo "noisy" e massiva qual parede de som, e voz berrada, rouca, monocórdica e distante.
Não façam confusões. Apesar de considerar os Neurosis grandes inovadores na óptica da concepção do som e exímios executantes, na minha opinião aqui dá-se um (ou vários) passo(s) adiante. Os Rosetta vão alem do massacre sentimental, da hipnose por uma redundância complexa e saturação musical (propositada, claro).
Para explicar este desvio voltemos ao nosso bolo: sobre a base pré feita, somos presenteados com condimentos cozinhados pelos próprios de comer e chorar por mais. Uma bateria com encaixes do mais original e próprio possível (enorme!), uma guitarra lead que oscila entre um David Gilmour e um The Edge, conferindo uma melodia tão dispar quão arrepiante em relação ao suporte sonoro. O próprio método que os Rosetta usam para disecar os escassos riffs base parece desmultiplica-los numa miriade de outros tantos, o que torna este disco no registo mais parecido com o velhinho psicadelismo-progressivo que muita banda hoje em dia tenta atingir mas fica a meio caminho.
Resumindo: adorei e recomendo. De comer até rebentar (embora as 1ªs dentadas possam parecer algo amargas).
sexta-feira, 9 de Maio de 2008
N I N : o exemplo

Poucas coisas me espantam pela positiva nestes tempos em que o vulgar e mesquinho é catalogado de evoluído e de alto culto da personalidade. MERDAS! E é com este prefácio que tenho o graaaaaaaaaaaaaaaaande prazer de vos anunciar uma grande excepção: o badalado criador do Nine Inch Nails, Trent Reznor. Depois de em 2007 ter disponibilizado o album "Year Zero" na integra para audição (expondo assim o registo ao ripanço descarado... aliás fazendo um convite formalizado ao mesmo) e de ter oferecido a 1ª parte dos 4 capítulos de "Ghosts" há poucas semanas, o Sr. NIN foi ao extremo esta mesma semana. para tal basta visitar a ultima entrada em www.nin.com.
Precedendo a missiva "thank you for your continued and loyal support over the years - this one's on me", está um link onde o cibernauta poderá FAZER O DOWNLOAD NA INTEGRA E 100% GRÀTIS DO ULTIMO TRABALHO DA BANDA: "THE SLIP"! Desde já acho deliciosa a simplicidade da frase... TR dá um album com respectivo artwork com a simpatia de quem oferece um copo. Outra frase que nos é apresentada mais adiante que nos fica na retina:
"we encourage you to
remix it
share it with your friends,
post it on your blog,
play it on your podcast,
give it to strangers,
etc."
Finalmente a noticia que também irão ser produzidos suportes físicos para o album em breve para coleccionadores. E, em jeito de desobediencia ao convite feito pelo sr. Reznor, lá irei eu comprar a bolacha. Porquê? Porque alguém que poem em pratica tanta convicção na sua luta contra a treta da indústria discografica merece! Alguém que empresta o estatuto do seu nome à destruição da prostituição da arte por meia dúzia de suínos cevados merece! Alguém que dá um exemplo destes merece!
Nisto como em tudo: uns falam... outros fazem.
Trent Reznor pretence à linha da frente do 2º grupo....
não se esqueçam:
ART
IS
RESISTANCE
segunda-feira, 7 de Abril de 2008
Men-Ao-Myspace e updates...

Ora bem... já se encontra disponível para consulta, indignação e postuma adicção o espacinho do Gloriosos Men-Ao-Ar. Basta seguirem este link http://www.myspace.com/menaoar e serão remetidos para o fundo dos fundos do ciberespaço.
O lançamento de "Far beyond Ramada" atrasou-se um pouco devido a razões que o próprio Goat On Dope teme referir... mesmo assim a banda disponibilizou 3 temas de "preview" ("gato da minha avó", "o satanás ker alho" e "foda-se"). Foi-me igualmente premitido comunicar-vos que o album se encontrará disponivel e totalmente grátis em formato digital num site ainda a definir pela banda. Será igualmente feita uma tirada de 100 cópias do mesmo para coleccionadores e fãs mais acérrimos. Outras formas de divulgação estão a ser estudadas.
Entretanto convido-os a escutar as "advance traques", bem como a ler a rica biografia da banda e a alistar-vos na cruzada contra os fatelas!
...AND BAFADAS FOR ALL!
segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
MEN - AO - AR : está quase a chegar!!!!!

FALTA POUCO, meus amigos... Falta muito pouco!!!!
Depois de 13 anos de atraso devido ao facto do vocalista John Serpentor ter comido meio cabrito pulverizado com poeira cósmica de plutão (que lhe causou uma hibernação de mais de uma duzia de anos), tendo sido apenas acordado do seu longo e profundo sono pelo guitarrista Soe Jatriani que por acaso ligou a tv por engano na TVI quando a Júlia Pinheiro estava a rir (Soe jatriani ficou com stress pos traumatico e John Serpentor ficou surdo de uma narina), o albúm de estreia dos lendários MEN-AO-AR: "Far Beyond Ramada" está praticamente acabado. Produzido aqui pelo "je" sob o pseudónimo "José Carlos Foda-se" (nome escolhido para não destoar no conceito Extreme Saloio Metal praticado pela banda), este é o meu 1º trabalho como produtor (ou coisa parecida). Foi um regabofe infernal e um previlégio gravar com este quarteto de almas iluminadas: (o baterista Gandulo Sagui, o vocalista John Serpentor, o guitarrista Soe Jatriani e o baixista Tomás Barrabrás). Fiquem atentos a links e datas de lançamento neste espaço...
MAY THE GOAT ON DOPE GIVE BAFADAS TO YOU ALL!!!! \m\_ _/m/
quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Sandman Series #7 - Delirium

Delirium is the youngest of the Endless, yet still older than the rest of existence. She is usually quite short, and thin, and looks no older than a fourteen year-old human girl. Her hair changes style and color constantly, as do her clothes. Her shadow never reflects her shape. Her sigil in the galleries of the other characters is a multicolored, abstract swirl. Her realm is a chaotic, constantly changing mass of colors and strange objects and shapes.
Delirium also seems to know many things none of the other Endless know.It is said that Delirium knows pathways outside of Destiny's garden, which only she may travel.
First incarnated as Delight, she transformed into Delirium for reasons even Destiny does not know. It has been suggested that Delight was once engaged to be married, and the eventual failure of that to occur caused her to change into Delirium.
Modelo: Daniela Santos
quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008
Novidades e figuras tristes
Boas...
Os problemas com a máquina estao finalmente resolvidos e todos os projectos foram reatados a bom ritmo. Entretanto ficam aqui algumas imagens que atestam da minha beleza sobrehumana.
Até à próxima se ainda tiverem coragem de cá voltar...

Os problemas com a máquina estao finalmente resolvidos e todos os projectos foram reatados a bom ritmo. Entretanto ficam aqui algumas imagens que atestam da minha beleza sobrehumana.
Até à próxima se ainda tiverem coragem de cá voltar...

quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
FODA-SE LÁ A PUTA DA MÁQUINA E OS CEPOS DOS TÉCNICOS!
Ora boas.
Desculpem o choque mas isto tem que ser dito mesmo assim. Desculpem também o hibernar mas, como irão constatar, está intimamente ligado ao título deste post. Não morri nem me dediquei a pecuária. Acontece que tive que mudar de mainboard uma vez que a velhice não perdoa e a fonte de alimentação do meu veterano AMD Athlon já fazia a placa antiga babar qual nação lusitana a visionar o "diz que é uma espécie de reveillon" quando apareceu a bruta da Sabrina ( . )( . ).... (ai jaaaazzzzzzzuuuuuuuuuuuuuuuusssssssss).
Acontece que desde que a máquina veio tem sido um martirio... então com o Pshop CS3 é de levar um santo ao desespero... nao consigo usar a merda de uma lasso tool numa imagem em hi res (300 dpi pra cima) que akilom não dê o berro! Já estudei todos os problemas possiveis e das 2 uma: ou os cepos dos técnicos me foderam uma ddr (vou ja ver isso esta semana com uma ddr1 emprestada) ou andaram a inventar nakilo que nem bestas.
Estão voces a indagar-se a razão pla qual ainda não voltei à loja com o computador, uma ripa e um cão grande. As razões são várias: primeiro, estou a finalizar a minha estreia como produtor, assinando o trabalho da next big thing do metal pimba, mais propriamente "Far Beyond Ramada" o opus supremo de estreia dos imortais "MEN-AO-AR" (aguardem notícias muito em breve bem como os links para as página e myspace dos gajos neste espaço). Já agora no que toca a WH40k estou a fazer o meu Titan Chaos Warhound (um gigante de mais de 30 cm de altura.... e o mais fixe é que os materiais todos vão ficar sensivelmente a 38€... um BOCADIIIIIINHO MENOS caro que o da forgeworld) , bem como um Brass Scorpion.... o que também rouba um bocado de tempo. Isto associado ao facto de ser um preguiçoso do cacete e os trabalhos estarem a cair em catadupa, limita-me também o facto de ter a máquina indisponivel 1 ou 2 dias na loja daqueles macacos (uma vez que nenhum destes trabalhos requer uma base photoshop muito puxada, tenho vindo a adiar... mas inevitavelmente - e a bem curto prazo - vou ter um trabalho que exige a máquina afinada para edição de imagem em alta definição).
Logo, SEREI OBRIGADO a ter esta merda a funcionar até ao fim do mes o mais tardar dos tardares. Aí voltarei a carga com a série do Sandman (quando isto começou a berrar estava a fazer a delirium e a bast - serão as próximas).
Até lá ... olha... foda-se! Rage against the machine!!!! :P
Desculpem o choque mas isto tem que ser dito mesmo assim. Desculpem também o hibernar mas, como irão constatar, está intimamente ligado ao título deste post. Não morri nem me dediquei a pecuária. Acontece que tive que mudar de mainboard uma vez que a velhice não perdoa e a fonte de alimentação do meu veterano AMD Athlon já fazia a placa antiga babar qual nação lusitana a visionar o "diz que é uma espécie de reveillon" quando apareceu a bruta da Sabrina ( . )( . ).... (ai jaaaazzzzzzzuuuuuuuuuuuuuuuusssssssss).
Acontece que desde que a máquina veio tem sido um martirio... então com o Pshop CS3 é de levar um santo ao desespero... nao consigo usar a merda de uma lasso tool numa imagem em hi res (300 dpi pra cima) que akilom não dê o berro! Já estudei todos os problemas possiveis e das 2 uma: ou os cepos dos técnicos me foderam uma ddr (vou ja ver isso esta semana com uma ddr1 emprestada) ou andaram a inventar nakilo que nem bestas.
Estão voces a indagar-se a razão pla qual ainda não voltei à loja com o computador, uma ripa e um cão grande. As razões são várias: primeiro, estou a finalizar a minha estreia como produtor, assinando o trabalho da next big thing do metal pimba, mais propriamente "Far Beyond Ramada" o opus supremo de estreia dos imortais "MEN-AO-AR" (aguardem notícias muito em breve bem como os links para as página e myspace dos gajos neste espaço). Já agora no que toca a WH40k estou a fazer o meu Titan Chaos Warhound (um gigante de mais de 30 cm de altura.... e o mais fixe é que os materiais todos vão ficar sensivelmente a 38€... um BOCADIIIIIINHO MENOS caro que o da forgeworld) , bem como um Brass Scorpion.... o que também rouba um bocado de tempo. Isto associado ao facto de ser um preguiçoso do cacete e os trabalhos estarem a cair em catadupa, limita-me também o facto de ter a máquina indisponivel 1 ou 2 dias na loja daqueles macacos (uma vez que nenhum destes trabalhos requer uma base photoshop muito puxada, tenho vindo a adiar... mas inevitavelmente - e a bem curto prazo - vou ter um trabalho que exige a máquina afinada para edição de imagem em alta definição).
Logo, SEREI OBRIGADO a ter esta merda a funcionar até ao fim do mes o mais tardar dos tardares. Aí voltarei a carga com a série do Sandman (quando isto começou a berrar estava a fazer a delirium e a bast - serão as próximas).
Até lá ... olha... foda-se! Rage against the machine!!!! :P
quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
Sandman Series #6 - Mazikeen

Mazikeen is a devoted ally and lover of Lucifer Morningstar and the war leader of the Lilim. She is also the only character for whom Lucifer seems to have any genuine affection. She has been Lucifer's constant ally and the only to genuinely love him. Even during her defection she is shown crying alone in her war leader tent, and she is repeatedly seen as a fierce defender of Lucifer and his goals.
Half of her body and face is normal, but the other half is horribly misshapen and skeletal, causing her speech to be nearly unintelligible.
modelo: Susana Borboleta
quarta-feira, 10 de Outubro de 2007
Sandman Series #5 - Desire

Desire is easily the cruelest of the Endless. It seems obsessed with interfering with the affairs of its elder siblings. The motivation behind this is not clear, but seems to be simply a variation on childish teasing. Desire is not exactly unaware of the consequences of its actions, but considers those consequences ultimately unimportant.
A more forgiving interpretation is that Desire reflects, simply, desire, and is as fickle and self-centered as the emotion. As desire is easily the most inflaming of emotions, Desire takes special delight in needling those who think they are beyond emotions altogether.
Desire is a strikingly beautiful figure whose gender is mutable, becoming male, female, both, or neither as the situation warrants.
modelo: Vanessa Ken
Quem já me tinha feito o funeral...
... que se engane pois aqui estou eu para durar. De certeza que não foram muitos porque eu ser o único gajo que lê esta merda, por isso tudo porreiro (é uma das vantagens dos monólogos... nunca haver desavenças). Depois de muito trabalho e projecto, posso voltar a por aqui umas coisitas, bem como dar seguimento a série sandman.
Um abraço e farpas rijas para quem não gosta...
... ou mais!
Um abraço e farpas rijas para quem não gosta...
... ou mais!
sexta-feira, 13 de Julho de 2007
âpedeites...
Um grande bem haja.
Era tão somente para informar que a Sandman Series não está esquecida, tanto que pelo menos 2 novos personagens já estão em faze de execução. Entretanto acrescentei umas linhas descritivas a cada uma das entidades, resultantes de informação recolhida da wiki e da própria novel.
Espero que gostem.
Até à próxima
Era tão somente para informar que a Sandman Series não está esquecida, tanto que pelo menos 2 novos personagens já estão em faze de execução. Entretanto acrescentei umas linhas descritivas a cada uma das entidades, resultantes de informação recolhida da wiki e da própria novel.
Espero que gostem.
Até à próxima
segunda-feira, 2 de Julho de 2007
Devin Townsend: o ultimo capítulo...ou talvez não (cuidado mortais... ele vem pelo vosso café!)
Quando Devin Townsend fez a sua aparição no showcase de promoção ao seu último trabalho, ninguém esperaria que este se revelasse uma rotina cómica de marionetas encabeçada pela personagem fulcral do último album do senhor: Ziltoid, o omnisciente! Ninguém... ou quase ninguém, atendendo ao facto que Devin Townsend surpreende somente nas rarissimas ocasiões em que não somos surpreendidos por ele... Provoca um franzir de sobrolho nas escassas vezes em que nos oferece algo mais... convencional. Excepções. Porém não foi o caso e, após breve espera, lá emergiu o simpático fantoche do exoespaço, cujo discurso oscilou entre a trapalhice latente, a ameaça à raça humana em geral caso não lhe fosse entregue café de primeira água (que ao que parece é o combustível do transporte intergalactico do bicharoco), muita gabarolice acerca dos seus poderes enquanto prodígio da evoluçao encefálica e musical e, claro, muita risota... daquela que só o músico canadiano consegue arrancar nos meandros tipicamente negros, clichê e por vezes embaraçosamente ridículos da música com mais tonelagem.
Após conceder a honra a uns quantos terráqueos de verem as suas dúvidas dissipadas (ou não), Ziltoid retirou-se para os seus aposentos. Pouco depois o ambiente gelou. Devin apareceu em pessoa com um anúncio ainda mais surpreendente: o seu afastamento da ribalta musical, bem como mudança de residência para o norte do Canadá. Como razões desta pseudo reforma precoce, Devin Townsend apresentou maioritariamente o facto de precisar de mais tempo para focar atenções no seu primogénito nascido no ano transacto. Porém os porquês não se esgotam aqui. Como é sabido, Dev já sofreu as consequências de excesso de trabalho, viagens, stress... resultando a soma destas angustias em varias perturbações do forum psicologico. Acontece que a pressão provocada pela última tourné estava a começar a afectar o músico novamente e , como diz o povo e muito bem, mais vale prevenir... De resto, o efeito purgante da sua outra banda STRAPPING YOUNG LAD, já não tinha razão de existir, o que lhe provocou uma sensação de desmotivação e enfado na ultima saída à estrada. Porém, nem tudo são más notícias: Devin Townsend vai levar o seu estúdio para as montanhas do Canadá setentrional juntamente com a sua mulher Tracy e o seu filho Reyner... assim sendo foi-nos assegurado que, apesar de tournés, aparições em público e SYL serem história, continuará a compor e editar música pela sua label "hevydevy records".... Muita música!
Por isso, mr. Hevy Devy, fica aqui um grande obrigado por tudo. Da risota compulsiva de Punky Bruster, à fúria esquizofrenica de SYL... Pela beleza de Ocean Machine, a riqueza de Infinity, a energia de Physicist, a vastidão de Terria, a introspecção de AE e a serenidade de Synchestra... por tudo o que deu e como soube dar. É minha opinião que esta é a forma perfeita de fechar este ciclo... da mesma forma que começou hà quase 15 anos , quando foi lançada a comédia conceptual pop punk comercial "Punky Bruster - Cooked On Phonics". Porque acima de tudo o mais importante é que o nosso viver respire largamente e com boa disposição. Nada melhor que uma boa garagalhada para o sublinhar.
mmmmmmmmmmmeeeeeeeeeeeetttttttttttaaaaaaaaaaaaalllllllllllllll!!!!!!!!!!!!
Links para videos dos ultimatos de Ziltoid à humanidade :) :
Ziltoid transmission #1
Ziltoid transmission #2
Ziltoid transmission #3
Ziltoid transmission #4
Ziltoid transmission #5
Devin Townsend Official Site >
Ziltoid @ Myspace >
segunda-feira, 18 de Junho de 2007
Casalinhos

Fotografia: Msog
Ora bem...
Aproveitando uma breve pausa nos meus trabalhos bem como na pura e simplesmente lúdica elaboração da minha prespectiva gráfica da graphic novel "THE SANDMAN" de NEIL GAIMAN (sobre a qual poderão encontrar informação detalhada clicando aqui ), tropecei neste texto do Miguel Esteves Cardoso no blog da minha comparsa MeVenus. O que tenho a dizer? Simples: há muito tempo que não encontrava tanta verdade junta no mesmo registo de opinião (e logo vindo de quem... isto há coisas do demo!).
Trechos a reter:
"O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível."
"Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia,são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá tudo bem,tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides,borra-botas, matadores do romance, romanticidas."
"O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos."
"A vida é uma coisa, o amor é outra."
Não é todos os dias que nos é dada a oportunidade de ler algo tão FODIDAMENTE CORRECTO.
Assim sendo, aproveitem... basta clicar aqui.
quarta-feira, 13 de Junho de 2007
Sandman Series #4 - Death

A spunky, attractive, level-headed goth girl wearing an ankh (representing the afterlife) and often marked with a spiral Eye of Horus decoration under one of her eyes. She prefers to dress and act casually, and is on better terms with Dream than any of the other Endless. Her symbol is the ankh. Her text is regular letters in a regular balloon
She is destined to be the last thing alive.
modelo: Rafaela de Brito
segunda-feira, 11 de Junho de 2007
Sandman Series #3 - Choronzon

Choronzon is a former duke of Hell who served under Beelzebub. He has pink skin and two mouths, one under the other. He had possession of Dream's helm, but lost it in a word challenge... the oldest game. Here's the report:
Choronzon: I am a dire wolf, prey-stalking, lethal prowler.
Morpheus: I am a hunter, horse-mounted, wolf-stabbing.
Choronzon: I am a horsefly, horse-stinging, hunter-throwing.
Morpheus: I am a spider, fly-consuming, eight legged.
Choronzon: I am a snake, spider-devouring, poison-toothed.
Morpheus: I am an ox, snake-crushing, heavy footed.
Choronzon: I am an anthrax, butcher, bacterium, warm-life destroying.
Morpheus: I am a world, space-floating, life nurturing.
Choronzon: I am a nova, all-exploding... planet-cremating.
Morpheus: I am the Universe -- all things encompassing, all life embracing.
Choronzon: I am Anti-Life, the Beast of Judgement. I am the dark at the end of everything. The end of universes, gods, worlds... of everything. Sss. And what will you be then, Dreamlord?
Morpheus: I am hope.
He lost the challenge and incurred in Lucifer's rage. Later, when Lucifer retires he is redeemed and reappears as one of Azazel's tactics to gain ownership of Hell.
modelo: Ricardo Pereira
sábado, 2 de Junho de 2007
Sandman Series #2 - Destiny

He is the older of the Endless: a blind man dressed in dark (formerly purple prior to the Gaiman series) robes who carries a large book with him. The book is chained to him, or he is chained to the book, and within the book is written the entire sum of existence, past, present and future. Destiny seems the most possessed by his function and responsibilities of any of the Endless, rarely demonstrating much personality, and he more often observes events than causes them. His symbol is his book. In letter columns of the horror comics he hosted, he would warn that learning too many of his secrets caused death. His defining text is a regular balloon with letters in itallics.
He leaves no footprints.
sexta-feira, 1 de Junho de 2007
Sandman Series #1 - The Corinthian

The Corinthian is a Nightmare created by Dream. His most notable physical feature is his lack of eyes: in their place, two rows of small jagged teeth line each eye socket. He is able to quickly remove eyes from their sockets without damaging them. By placing eyes into the mouths where his own eyes would be, he can observe the last thing witnessed before the death of the eyes' owner. It's suggested that he can also use the eyes for himself, at least temporarily. Each of the mouths in place of the Corinthian's eyes appear to be fully functional, capable of speech and breath.
He has the ability to distinguish between humans and dreams.
quarta-feira, 30 de Maio de 2007
WWW

Sendo a World Wide Web a minha oficina, onde todos os dias sou forçado a picar o ponto, também sou (como estou a ser) usuário frequente deste megalito de (des)informação e comunicação (alienação?). Uso-o e sou usado por ele, é certo, mas nunca o encarei como substituto do meu viver interpessoal anterior ao seu chegar.
Mais: a abordagem que faço do mesmo pouco ou nada tem a ver com a eu mais privado. Não uso chats, não gosto de conhecer pessoas pela net. Uso sim o myspace, o messenger e o blogspot... um para auto promoção, divulgação e organização das minhas varias actividades(bem como receptáculo de outras exógenas que me interessem), outro como meio de comunicar facilmente para acçoes imediatas e funcionais (só em caso de impossibilidade de comunicação "in loco" é que a conversa assume contornos mais pessoais) e finalmente o último para propagação despreocupada e partilha de ideias (eu nao conheço o Garcia Marquez e não é por isso que vou deixar de o ler e considerar a leitura vil por ser algo de impessoal é no mínimo absurdo!).
Em suma... (algo que carece de novidade mas que é sempre bom lembrar) não são as ferramentas que corrompem, mas sim o uso que lhes são dadas. Eu também uso abreviaturas, smiles, estrangeirismos e muletas variadas no ciberespaço devido à sua vertente prática. Mas sempre consciente de que sei e sou muito para além disso, de que este é um mundo plástico e volátil, abreviado e indexado... e de que neste mundo a imensidão da meu interior nunca caberá. Por isso evito misturar as coisaas . Eu procuro evitar o intimismo com o binário, a "coisificação" da minha vivência... se bem que para tal há que estar ciente e alerta para os pontos que enumerei aqui (e muitos mais).
Ah! E mais do que combater a preguiça para levantar o traseiro da frente do PC, penso que existe um factor bem mais pertinente para o Shutdown: Exigência.
Eu exijo a mim próprio muito mais do que teclar para viver, muito mais que clicar para sentir.
Pena que muitos não o façam também.
É neste processo que uma sociedade que já era fria e escassa se torna gelada e vazia.
Cabe a cada um fazer a sua parte.
Individualmente.
quinta-feira, 24 de Maio de 2007
Nada

Grafismo: DeepRedDesign
Cansado
Estou cansado. Sinto-o... mais do que estar, sinto-o. Que me interessa a honestidade do concreto se nunca é suficiente para aliviar o peso desta dúvida sempre presente que sufoca e cansa... e moi e entristece?... E cuja única certeza é que irá regressar...
vezes sem conta.
Logo, estou cansado. E cansado continuarei... nos meus raciocínios oxidados, pelo exterior, pelo interior, pelo passado que tive, pelo presente que não tenho, pelo futuro que temo vir a ter...
e não descanso.
Logo, estou cansado. De tanto ter para pensar... e tão pouco poder fazer.
Estou cansado. Cansado de estar cansado, estou cansado de estar...
para aqui..
Cansado.
quarta-feira, 25 de Abril de 2007
Livre

Grafismo: LonelyDeadSun
Livre!
Queres ser livre... Desde todo o sempre: grades! Grades à tua volta , dentro de ti, dentro dos outros... e queres sair, expandir, respirar... Viver, talvez!
E alimentas o sonho muito para além da vontade, da obcessão, da esperança, do amanhã, talvez mesmo de todo o sempre... até que um dia foges e triunfas:
És livre!
Pelo menos assim o pensas, qual pássaro de asas estropiadas evadido da sua gaiola...
perante o qual se abre um azul infindável.
e ao qual cada novo saltitar susurra a palavra... liberdade!
E és livre... No entanto descobres-te demasiado distante do céu que ansiavas... Na preversão brutal do condicionamento de outras liberdades (incontáveis!) que devoram a tua... Ou na clandestina covardia dos teus erros... No desculpar constante que alimentas com o mesmo sonho a que tanto aspiraste e agora desiludes. A mesma desilusão que irás camuflar na mesma roupagem dos abusos da multidão.
E és livre... Mas quem roubou essa teu céu afinal? A gaiola ou a própria liberdade? A tua? As dos outros? E quantas roubaste tu? O que foi causa? O que foi consequência? Existe mesmo alguma diferença... alguma relevância?
E és livre... até aferires que esse céu azul pelo qual tanto suspariram as tuas asas apenas serve de pano de fundo para as chagas da impossibilidade da tua descolagem ... Que não passa um encardido papel de parede sob o qual aguardam paredes de betão, cuja impenetrabilidade é de largo mais elevada do que a tua velha, familiar e confortável gaiola.
E ficas ali... parado... demasiado aterrorizado para regressar à clausura, demasiado pequeno perante a frustração de mil e um desejos que caem aos teus pés. A meio caminho de tudo... no alpendre de conquistar o ultimo nada... no desmanchar do teu destino... na nudez do teu fingir.
E és livre... mas talvez a liberdade nunca tenha sido moldada para ti... E permaneces. estático... Mas livre, enfim.
Ou então aprecebes-te que muitas prisões há ainda por abrir e muitas outras virão, tentando cerciar o serpenteante emergir da tua ansiedade... que muitas destas serão colocadas por ti, porque as tuas asas não cresceram livres... e que talvez a grande liberdade não seja alcançá-la... Mas sim preservá-la... dentro ou fora da tua cela. Mas sempre parte de ti. Esqueces as feridas, a clausura, o peso das tuas asas no arrastar de um sonho morto. Essas mesmas que agora são o estandarte que acenas perentório, caminhando (e não voando como tantas vezes te viste), indiferente a todos os cáceres que se atravessam nos apeadeiros da tua liberdade.
E finalmente... não a sonhas, não a desejas, não a cobiças... Vives somente...
Livre!
domingo, 22 de Abril de 2007
Domingo... ainda adoentado ... F#*@-se!!! :(

Pois é amiguinhos... ninguém gosta de andar com bicharada no bucho muito menos eu. Lixaram-me o fim de semana e confinaram-me a um mini exílio que me privou do belo exercício físico e vocal.
Mais uma vez a dualidade vem ao de cima... Passa-se a semana toda com brancas, sem muita iniciativa, sem ideias... e quando estas finalmente assomam: TRUS! Vem uma miríade de mabecos microescópicos e enchem os nossos belos planos de muco, suor e dores no corpo. E depois é o belo do carnaval dos antigripais, antestamínicos, antietceteras...
Pelo que pergunto: Como é que um homem pode divagar sobre as infinitos reconditos do cosmos, quando cada virar de esquina é pautado por litros de suor que alagam a clareza do seu raciocinio? Como é que um homem pode delirar na fantasia de mil ninfas quando a libidinosa letargia do seu leito é bruscamente interrompida por espirros troantes que afastam tão formosas criaturas?
Pois... não dá! Anda um gajo a criar blogs dedicados à transcendência e estrutura do devir para depois acabar a falar de RANHO... isto há coisas...
AAAAAAAAATCHIIIIMMM!!!!
sábado, 21 de Abril de 2007
... mais um blog... Amnésia... isto começa bem...

... Meu deus...ontem tinha tanto para dizer! E agora que acabo de remendar os nichos deste cantinho blogoesférico, parece que as redundâncias técnicas me calaram o interior... realmente é pena que a sequencialidade da nossa existência de quando em vez nos traia o pensar.
De qualquer maneira mais vezes virão... e o tempo não cala ninguém a não ser que não se tenha nada a dizer... e o que tenho a dizer hoje é tão somente:
Olá... esqueci-me do resto... por agora.
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